Ginecologia · Endometriose · Cirurgia minimamente invasiva
Sua dor tem nome. E tem tratamento.
Muitas mulheres passam anos ouvindo que cólica forte é normal. Não é. Sou ginecologista formada pela USP, especialista em endometriose e cirurgia minimamente invasiva, e o meu trabalho começa por levar a sua dor a sério.
Reconhece algum destes sinais?
Nenhum deles, sozinho, é diagnóstico. Mas cada um merece investigação por uma ginecologista com experiência em endometriose. Marque os que fazem parte da sua rotina e leve a lista para a consulta.
Nenhum sinal marcado
Marque os sinais que fazem parte da sua rotina. A lista fica só no seu navegador e você pode enviá-la pelo WhatsApp para começar a conversa.
Enviar a lista e agendarO caminho do cuidado
É o mesmo para todas as pacientes, e é ele que evita cirurgias desnecessárias e garante que as necessárias sejam feitas com segurança.
- EscutaA história da sua dor, o que já foi tentado e o que você deseja para a sua vida e a sua fertilidade. A primeira consulta dura cerca de uma hora, de propósito.
- MapeamentoExame físico e imagem com protocolo específico: ultrassom transvaginal com preparo intestinal ou ressonância da pelve.
- PlanoClínico, cirúrgico ou os dois, por escrito. Você sai sabendo o que vai acontecer e por quê.
- TratamentoQuando a cirurgia é necessária, é por videolaparoscopia ou cirurgia robótica: cicatrizes mínimas, alta rápida, menos dor.
- AcompanhamentoOrientações por escrito, canal direto para dúvidas no pós-operatório e retornos programados. Eu continuo por perto.
O que eu trato
Cada condição em uma frase, com os sinais que merecem investigação. A explicação completa fica na página de cada uma. Nenhuma leva automaticamente à cirurgia.
Endometriose
Doença crônica em que tecido semelhante ao endométrio cresce fora do útero, causa inflamação crônica e pode formar aderências. Afeta cerca de 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva. Tem tratamento, e na maioria dos casos ele começa sem cirurgia.
Sinais que merecem investigação
- Cólica intensa que piora com o tempo ou não cede a analgésico comum
- Dor durante ou depois da relação sexual
- Dor para evacuar ou urinar no período menstrual
- Dificuldade para engravidar
Mioma uterino
Nódulo benigno do músculo do útero. Até 70% das mulheres terão algum ao longo da vida. Não vira câncer. Quando causa sangramento intenso, dor ou infertilidade, o tratamento cirúrgico pode ser a solução.
Sinais que merecem investigação
- Menstruação muito intensa ou prolongada, com coágulos
- Anemia sem outra causa aparente
- Peso ou pressão na pelve, aumento do abdome
- Dificuldade para engravidar, sobretudo com miomas submucosos
Adenomiose
Tecido endometrial dentro da própria parede do útero, que fica aumentado e dolorido. Causa cólica que piora com os anos e menstruação abundante.
Sinais que merecem investigação
- Cólica que piora ano após ano
- Menstruação abundante, às vezes com anemia
- Sensação de peso no baixo ventre
- Dor na relação sexual
Histerectomia minimamente invasiva
Cirurgia de retirada do útero, indicada quando miomas ou adenomiose causam sangramento e dor que não respondem a outros tratamentos. Feita por videolaparoscopia ou por cirurgia robótica, tem alta em 1 a 2 dias. Retirar o útero não causa menopausa: os ovários são preservados sempre que possível.
Sinais que merecem investigação
- Miomas volumosos com sangramento ou dor sem resposta a outros tratamentos
- Adenomiose com dor intensa e planejamento familiar concluído
- Sangramento uterino anormal sem resposta ao tratamento clínico
Histeroscopia cirúrgica
Procedimento que examina e trata o interior do útero por via vaginal, sem nenhum corte no abdome. Resolve pólipos, miomas submucosos e sangramento anormal no mesmo tempo cirúrgico, com alta no mesmo dia.
Sinais que merecem investigação
- Pólipos endometriais
- Miomas que crescem para dentro da cavidade uterina
- Sangramento anormal, inclusive após a menopausa
- Investigação de infertilidade
Quem vai cuidar de você
Sou Beatriz Evangelista, ginecologista. Escolhi a endometriose e a cirurgia minimamente invasiva porque foi onde vi mulheres passarem mais tempo sem resposta. Me formei na Faculdade de Medicina da USP, fiz residência no Hospital das Clínicas e depois um fellowship em cirurgia ginecológica minimamente invasiva na Beneficência Portuguesa, na equipe do Dr. Maurício Abrão. Tenho os dois títulos de especialista da FEBRASGO: em Ginecologia e Obstetrícia e em Endoscopia Ginecológica, e sou certificada pela AAGL, a associação americana de cirurgia ginecológica minimamente invasiva.
Isso significa, na prática, que você será atendida por alguém treinada especificamente para diagnosticar e operar essas condições. E que a cirurgia só será proposta quando for a melhor opção para você.
- Medicina e residência em Ginecologia e Obstetrícia pela USP e HC-FMUSP
- Fellowship em Cirurgia Ginecológica Minimamente Invasiva, Beneficência Portuguesa
- Títulos de especialista em Ginecologia e Obstetrícia e em Endoscopia Ginecológica pela FEBRASGO
- Certificação da AAGL, a associação americana de cirurgia ginecológica minimamente invasiva
- CRM-SP 182987 · RQE 90107
Onde opero
- Hospital Sírio-Libanês
- Hospital Israelita Albert Einstein
- Hospital Vila Nova Star
- Beneficência Portuguesa de São Paulo
- Hospital São Luiz Itaim
- Grupo Santa Joana
Como é a primeira consulta
Ela dura cerca de uma hora, de propósito. Começamos conversando. Traga os exames anteriores e a lista do que você já tentou como tratamento. Depois faço o exame físico completo e, a partir dele, solicito os exames complementares adequados ao seu caso. Você sai sabendo quais exames vou pedir e por quê.
Se houver indicação de cirurgia
Tem uma conversa só para isso: técnica, riscos, recuperação e alternativas. Nenhuma cirurgia eletiva é marcada antes de você ter compreendido tudo. Segunda opinião é bem-vinda, inclusive sobre indicações feitas por outros colegas.
Depois da cirurgia
Você recebe as orientações por escrito e um canal direto para dúvidas. A maioria das pacientes tem alta em 1 a 2 dias na videolaparoscopia ou cirurgia robótica, e no mesmo dia na histeroscopia. Os retornos são programados, e o acompanhamento continua, porque a endometriose é crônica.
Para colegas médicos
Recebo encaminhamentos de ginecologistas, clínicos, gastroenterologistas e especialistas em reprodução assistida para avaliação de endometriose profunda, indicação cirúrgica e segunda opinião.
Toda paciente encaminhada volta com relatório: o que foi encontrado no mapeamento por imagem, a conduta proposta e, quando há cirurgia, a descrição do procedimento e o anatomopatológico.
Escreva para [email protected] ou pelo WhatsApp (11) 99777-6467, com um resumo do caso e os exames já realizados.
Casos com envolvimento de intestino, bexiga ou ureter são planejados em conjunto com equipe multidisciplinar.
Antes de agendar
O atendimento é particular? E o convênio?
O atendimento no consultório da Av. Paulista é particular. Você recebe recibo e relatório para solicitar reembolso ao seu plano de saúde.
Tenho Bradesco Saúde. Você atende pelo plano?
Sim. Além do consultório particular na Av. Paulista, atendo pela rede Bradesco Saúde na Novamed, onde a consulta é coberta pelo plano. Se você tem Bradesco e procura avaliação de endometriose, adenomiose ou mioma, o agendamento é feito pelos canais do próprio plano.
Quanto tempo dura a primeira consulta particular?
Cerca de uma hora. Ela é longa de propósito: boa parte do diagnóstico de endometriose e de adenomiose vem da história da dor, e isso não se faz com pressa.
Posso vir só para uma segunda opinião?
Sim, e é uma parte importante do meu trabalho. Traga os exames de imagem com laudo e imagens, e o relatório da indicação anterior.
Onde as cirurgias acontecem?
Nos hospitais Sírio-Libanês, Israelita Albert Einstein, Vila Nova Star, Beneficência Portuguesa de São Paulo, São Luiz Itaim e no Grupo Santa Joana.
Atende gestantes e pré-natal?
O foco do consultório é ginecologia clínica e cirúrgica.
Endometriose tem cura?
É uma doença crônica, mas controlável. Com o tratamento adequado, a grande maioria das pacientes fica sem dor e retoma a vida normal.
Toda paciente com endometriose precisa operar?
Não. Muitas são bem controladas apenas com tratamento clínico. A cirurgia é reservada para lesões profundas, dor que não responde ao tratamento ou infertilidade ligada à doença.

Onde atendo
Av. Paulista, 1048, 18º andarBela Vista, São Paulo
WhatsApp: (11) 99777-6467
E-mail: [email protected]
Instagram: @dra.beatrizevangelista